Chegando em Queenstown percebemos que já estávamos há dias na Nova Zelândia e ainda não tínhamos visto um de seus maiores símbolos, o pássaro kiwi. Resolvemos então, ir ao Kiwi Birdlife Park ver o tão famoso pássaro neozelandês. Vimos um monte de pássaros diferentes lá e nossa decepção foi bem grande ao saber que kiwis são aves de hábitos noturnos e ficam num lugar igual ao de morcegos nos zoológicos (tudo escuro) e você só consegue ver duas bolas pretas (cabeça e corpo do kiwi)! Esses pássaros estão severamente ameaçados de extinção e só existem dois no local, então não é fácil vê-los. Não se pode tirar fotografias dos kiwis, então os registros ficam só na mente… Uma pena!

Na cidade, conhecida como capital dos esportes radicais, há um monte de coisas para fazer, desde bungy jumpstrilhasparapentemountain bike, etc. Escolhemos a chamada thrilogy que é pular dos três bungy jumps de lá: O Kawarau, uma ponte com 43 m de altura e a possibilidade de chegar na água, o Ledge (47 m), preso pelo peito e quantidade quase ilimitada de saltos e o Nevis, de 134 m!

Kawarau Bungy
Vista desde o Kawarau Bungy
Kawarau Bungy
Preparando para o salto… Todo cagado, mas com cara de corajoso!
Kawarau Bungy
Partiu…
Kawarau Bungy
Saquinho de chá…
Kawarau Bungy
Kawarau Bungy
Nevis Bungy
Mais um salto, dessa vez no Nevis Bungy
Ledge Bungy
The Ledge Bungy
Ledge Bungy
Linda vista e um belo salto no The Ledge Bungy!

 

Também rolou um voo de parapente, partindo de Coronet Peak, um pico nas cercanias da cidade, e uma bela paisagem para ser contemplada do alto, mas confesso que fiquei meio enjoado com as piruetas que o piloto do parapente fez…

Coronet Peak
Parapente em Coronet Peak

 

Além dessas atividades radicais, fizemos coisas menos radicais, mas bastante interessantes, como caminhar pela cidade e por seus parques, como o Queenstown Gardens. A vista é sempre muito bonita, pra qualquer lugar que você olhe! Subimos de gondola ao Ben Lomond, que é uma montanha pertinho do centro de Queenstown, de onde tem-se uma linda vista da cidade! Lá está o bungy The Ledge. Também há uma espécie de carrinho de rolimã (Luge), mas não achei muito maneiro. Além dessas atividades e de ficar admirando o visu lá de cima, pode-se comer no restaurante que há lá e, entre outras coisas, assistir a um espetáculo da cultura maori, com música e danças no teatro da gôndola, que é bem legal.

A noite funcionam alguns bares e boates. Não lembro o nome de nenhum, mas é fácil de encontrar, pois a cidade é pequena e todos conhecem, então é só perguntar! Não precisa pagar pra entrar na maioria e você ganha um carimbo na mão pra voltar depois. Quando fica cheio não dá pra entrar sem o carimbo, então é bom não chegar tarde, aí é só sair de um e entrar em outro até que se encontre o melhor.

Queenstown
Vista desde Ben Lomond
Maori
Maori
Queenstown
Uma das ruas da cidade
Queenstown
Queenstown

 

Saindo de Queenstown passamos pelos belos Lake Pukaki e Lake Tekapo antes de chegarmos de volta a Christchurch. De lá voltamos a Auckland onde ainda visitamos o Auckland Museum e depois partimos pra casa, mas por atraso do voo, perdemos a conexão e tivemos que passar uma noite em Buenos Aires. Dale!

Lake Pukaki
Lake Pukaki
Lake Tekapo
Lake Tekapo

9 comments

  1. Ei! Muito bacana o blog e a estrutura dos textos! A leitura além de muito interessante é tmb agradável e divertida!
    Parabéns pela singularidade e forma autêntica de escrita!
    E sobre os kiwis: frustrante saber q em um parque dedicado a eles, só existem dois exemplares.

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