Faaaala Danibooooyyy! Dessa vez vou descrever o que meus olhos viram na cidade de Copacabana! Sim, a Bolívia também tem uma Copacabana. Ela está localizada a admiráveis 3821 metros acima do nível do mar, faz fronteira com o Peru e abriga o Lago Titicaca, que é considerado o lago navegável mais alto do mundo!

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San Pedro de Tiquina

Como você já sabe, fui para Copacabana de ônibus partindo de La Paz. Por isso, foi necessário passar pela cidade de San Pedro de Tiquina. Essa cidade é cortada pelo lago Titicaca e não possui ponte. Isso faz com que os veículos terrestres precisem atravessar o lago de balsa até a outra margem. Nós tivemos que descer do busão e ir para outro barco para atravessar o lago. Isso nos custou incríveis 2 bolivianos (eu acho, não recordo). Pagamos mais 2 bolivianos para tirar água do joelho no outro lado enquanto esperávamos nosso ônibus atravessar.

A cidade é a típica cidade de interior e vive basicamente em função dessa travessia. Como as pessoas precisam parar para esperar seus veículos, lá tem bastante comércio.

San Pedro de Tiquina
San Pedro de Tiquina
Balsas em San Pedro de Tiquina
Balsas em San Pedro de Tiquina

 

Chegando em Copacabana

Essa cidade é bem turística e possui diversos bares, hotéis, hostels e restaurantes. Se eu não achasse a comida na Bolívia tão ruim, teria ficado mais de dois dias, mas como não é boa, indico que você fique só dois dias mesmo:  um dia lá e outro para passear pelas Ilhas (leva um dia inteiro).

Os pontos turísticos

São basicamente três pontos, são eles: A Isla del Sol, Isla de la Luna e a Basílica de Copacabana. Você pode querer ficar mais uns dias nessas belas ilhas, mas nós preferimos passar um dia só. Aliás, recomendo ficar um só mesmo pois, apesar de serem belas, não há muita coisa para fazer. Nós fechamos com uma agência por cerca de 120 bolivianos (lembre sempre de negociar) e incluía o guia e transporte.

A Isla del Sol a é maior ilha do lago e é dividida em três povoados: O povo Yumani na parte sul, o povo Challa no centro-leste da costa e o Challapampa na extremidade norte. Existe uma travessia que pode ser feita a pé onde o turista anda pelos três povoados. Você me conhece e sabe que em condições normais eu faria a tal travessia, mas dessa vez não rolou. Estávamos muito cansados e resolvemos conhecer os lugares de barco mesmo. A história e as tradições do local são bem curiosas, vale conferir. No final, o barco nos levou para uma área mais reservada da Ilha onde tinha umas lojas de artesanato e uns restaurantes.

Isla del Sol
Isla del Sol
Mapa da Isla del Sol
Mapa da Isla del Sol
Vista do Lago Titicaca desde a Isla del Sol
Vista do Lago Titicaca desde a Isla del Sol

Inclusive, uma das tradições locais eu pude ver de perto… Uma criancinha boliviana de uns 3 ou 4 anos, cuja mãe era uma chola, estava brincando na praia, quando de repente para de brincar, abaixa a calça e defeca na minha frente como se nada estivesse acontecendo. Logo após, ele levanta a calça e volta a brincar sem se limpar. O mais curioso de tudo é que a mãe dele acompanhou tudo e não fez nada!

Uma chola e Igor numa das ruas de Copacabana
Uma chola e Igor numa das ruas de Copacabana

 

A Isla de la Luna fica a 8 km da Isla del Sol. Confesso que gostei mais da Isla del Sol, mas vale conferir também. Neste relato da Cris Marques há mais informações da ilha.

A Basílica de Copacabana eu não conheci, pois não tenho muita paciência de ficar vendo igrejas, acho entediante. Mas muita gente gosta e acho que vale deixar a dica aqui.

Hospedagem

Eu cometi o grande erro de não anotar o nome do hotel que fiquei e acabei esquecendo… Não era a melhor hospedagem do mundo, mas era bom e custou cerca de 150 bolivianos o quarto de casal (R$ 57 na cotação da época).

A comida

Nós reparamos que lá, em muitos lugares, oferecem truta no cardápio. Comemos, mas não era muito boa. Gastamos cerca de 50 bolivianos por pessoa em cada refeição.

O legal foi que em um desses restaurantes que fomos, um dos garçons estava aprendendo português e pediu para conversar um pouco. Foi legal. Ele também pediu para indicarmos músicas, pois a casa queria pôr música brasileira a disposição da galera, então, se você escutar um bar tocando Seu Jorge, saiba que fui eu que indiquei!

A fronteira com o Peru

Daniel, toma cuidado lá, cara! Eu quase fui furtado por um velhinho. Outra coisa, troque dinheiro suficiente para passar apenas um dia (pagar hotel, transporte e comer), pois o câmbio trocado na fronteira é muito ruim.

Sempre bom escrever para você meu amigo!

Grande abraço,

Igor Assanti

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